Monday, 10 October 2016

O paradoxo do não-fazer

Não importa qual seja a desculpa, às vezes o ócio é a mais agradável escolha que temos para fazer. O paradoxo do não-fazer nos fala sobre isso.

Muitas vezes, sob a justificativa de não querer investir energia ou tempo em alguma tarefa, protelamos. E, por mais louco que pareça, é fato que deixar de resolver é mais dispendioso do que simplesmente ir e fazer.

Isso acontece porque existe uma relação direta entre o quanto resistimos a fazer algo e o quanto aquilo ocupa a nossa mente.

A tendência geral é de nos dedicarmos às coisas que temos mais vontade de fazer e ir deixando as outras sempre de lado, mas isso cria um ciclo vicioso, o qual libera boa energia quando quebrado.

Eu gosto muito de aprender com tudo. Principalmente com as coisas mais bobas do dia a dia. Pois bem, assim, a louça suja é uma grande professora de gestão de tarefas por exemplo.

O famigerado ato de deixar para lavar depois é uma boa ilustração de como adiar faz com que, na verdade, você se comprometa com um investimento maior no futuro. Quando, no dia seguinte, aquele queijo derretido já virou um só corpo com o seu prato, o que levaria 2 minutos para ser resolvido, leva 10.

Já percebeu que tudo o que você tem a resolver fica, de alguma forma, em um registro em sua cabeça? O que você assume para si mesmo habita o seu espaço mental. E funciona muito como a memória RAM do seu computador. As coisas ficam ali, latentes, consumindo potencial.

Esse período entre o compromisso criado e a sua finalização fica sugando a sua disposição. Portanto, quanto mais demoramos para agir, mais energia estamos colocando naquilo, sem estar resolvendo.

Quanto mais apresentamos resistência à realização de um afazer, mais ele estará em nossa memória mental de rápido acesso.

O paradoxo do não-fazer é fundamentado na percepção de que se você juntar todos os mínimos desgastes que ocorrem no dia a dia por você se lembrar de coisas que deveria ter feito e ainda não fez, isso resulta em uma quantidade de energia gasta muito maior do que o que seria necessário para simplesmente ir e fazer.

E quanto mais deixamos coisas de lado, mais nos acostumamos com esse comportamento, criando como um buraco negro que compromete nosso potencial.

Na vida cotidiana, o mais comum é começarmos por aquelas coisas que gostamos mais, que temos mais vontade de fazer. Acontece que, assim, o que achamos mais chato vai ficando ali por mais e mais tempo, gerando mais desgaste desnecessário. Reverter esse processo é se empoderar. 

Eu gosto de identificar qual é a coisa que está mais na minha cabeça, e começar por ela. É incrível como isso libera energia, gera disposição e entusiasmo para fazer todas as outras coisas com maior ânimo e performance.

Quando decidimos encarar de frente e resolver algo que não queremos fazer, sempre há aquele momento em que refletimos e inventamos um sem fim de desculpas e justificativas para adiar um pouco mais.

Contudo, em relação àquilo que é para ser feito – seja por determinação de outros ou por decisão própria – não há o que questionar. É simplesmente uma questão de agir. Se deve ser feito, vamos fazer ao invés de pensar em fazer.

Não agir é mais custoso do que agir. Maior o tempo que sustentamos uma pendência, maior a quantidade de tempo e energia que ela consome.

Para quebrar a inércia destrutiva e reforçar uma forma mais inteligente de lidar com as ocupações, devemos priorizar a resolução do que mais não queremos afrontar e fazê-lo sem argumentar.

Assim gosto de me exercitar. No início exige esforço, mas é só uma questão de prática.

Saturday, 17 September 2016

Alta performance pessoal e profissional




As pessoas, em geral, buscam a conquista de suas aspirações profissionais e pessoais. Mas, como alcançar seu máximo potencial? E como alcançá-lo com qualidade e estilo de vida?

Podemos pensar nas inúmeras variáveis de condução de nossas vidas, como uma abordagem interessante para resolver a equação acima. Portanto, quais variáveis deveriam ser observadas para extrair a máxima capacidade de uma pessoa? A metáfora a seguir ajuda-nos na compreensão deste conceito:

Uma semente tem grande potencial de vida, se jogada no concreto nada acontece, mas se plantada na terra, na umidade e luminosidade corretas irá atingir seu máximo esplendor. Assim somos nós, seres humanos, sempre em busca das condições perfeitas para conquistar nossa realização pessoal.

Podemos organizar essas variáveis em quatro grandes blocos que irão influenciar nossa performance: (1) foco e energia pessoal, (2) autoconhecimento, (3) boas relações humanas, (4) atitude interna.

Para endereçar todas as variáveis de cada grande bloco, precisamos de um sistema ou um método que organize uma série de técnicas e conceitos para serem executados de modo frequente e acumulativo, a fim de gerar o resultado pretendido.

No bloco (1), a ideia é incrementar a vitalidade da pessoa e seu potencial energético para gerir suas atividades em geral. É importante também aprimorar a capacidade de concentração e foco da pessoa. Já no bloco (2) o objetivo é identificar os medos, os condicionamentos e nossos padrões de comportamento para alinhá-los com suas metas. O bloco (3) endereça todo o espectro do relacionamento humano e como isso pode ajudar ou atrapalhar numa jornada. Por fim, o bloco (4) trata da atitude interna das pessoas frente aos desafios e ações do dia a dia.

Precisamos de conceitos sólidos para identificar a direção certa e de técnicas para prover o combustível e força rumo a nossa realização pessoal.


Tuesday, 6 September 2016

Sobre o (im)possível



Você já fez alguma coisa que antes considerava impossível. Se a sua resposta foi sim para esta pergunta, por que é então que você achava antes que era impossível, se foi lá e fez?

Ministrando aulas práticas eu escuto frequentemente os alunos dizerem que certas coisas são impossíveis. Seja alcançar um determinado ritmo respiratório, uma outra técnica corporal ou apenas o hábito de se praticar por 15 minutos antes de sair de casa. Mas depois de dois meses, eu vejo o mesmo aluno fazendo todas estas coisas. Me ajude a entender o que foi que aconteceu, por favor: O que foi que mudou?

Percebendo isso, concluí que o impossível é um ESTAR, e não um SER. É uma condição temporária, ilusória. O impossível só existe na mente de quem duvida de si mesmo. Por isso, pare de dizer que isso ou aquilo é impossível. NADA é impossível. Quantas coisas que estão ocorrendo com você neste exato momento parecem ser impossíveis de serem resolvidas? Existe uma resposta certa para esta pergunta. A resposta é zero!

Sente-se num lugar reservado. Faça algumas respirações profundas. Aquiete os seus pensamentos e os seus sentimentos. Deixe que uma questão surja naturalmente em sua mente, Depois, visualize e imagine a si mesmo resolvendo esta questão de uma forma completamente nova, empolgante e surpreendentemente bem sucedida. Mentalize um sucesso estrondoso :)  Se você fizer o exercício corretamente, seu cérebro perceberá o gap entre a situação real, atual e a situação imaginada. 

Ao identificar essa dissonância, seu cérebro começará a apresentar dezenas de possíveis soluções para a questão e a apontar os próximos passos necessários para alcançá-las. Fique atento e receptivo a essas sugestões intuitivas.

Ao perceber as ações necessárias, suas emoções entram na jogada: Ah! Mas isso é impossível! Isso não consigo. Isso eu não posso, essa habilidade eu não tenho, etc, etc, etc… Mentiras! 

Busque silenciar estas vozes interiores. Inverta o jogo. Confie em si mesmo e veja o sucesso.

Como diria o comercial: Impossible is nothing.



Monday, 15 August 2016

Motiva ação


Há diferentes estados que são propícios a diferentes atividades. Todos gostamos de fazer as coisas quando estamos no clima adequado de fazer aquilo. Mas muitas vezes acontece de o conjunto das condições em um dado momento não estarem alinhadas com o que precisamos fazer. Convém, então, que saibamos lidar com essa situação de modo a conseguirmos construir o estado apropriado para realizarmos o que quer que seja.

Muitas vezes acontece de não fazermos algo que temos que fazer por não nos sentirmos as circunstâncias apropriadas para tanto. Sabe quando queremos nos dedicar a alguma coisa mas todo o resto nos parece mais interessante? Nesses momentos a cama se transforma no local mais gostoso do mundo, uma série passa a ser extremamente interessante e as redes sociais se mostram cheias de novidades que não podemos perder.

Mas se dependermos disso, ficaremos passivamente esperando que aconteça de o entusiasmo, a vontade, a motivação chegue até nós. Inspiração não é algo que se espera chegar. Não é uma dádiva que aparece para poucos sem explicação em um momento inusitado. Ficar esperando o estado interno ideal para então agir não é uma boa tática. Inverter o processo é muito mais efetivo.

É mais fácil tomar uma atitude para que, a partir da ação, seja construído um estado apropriado. Para isso, precisamos não dar ouvidos ao barulho interno que tenta nos desviar do que sabemos que é o melhor a ser feito. E agir. Quando já estamos trabalhando na coisa a tendência é que o clima de inação se dissolva. O fato de ter começado a fazer já será um excelente motivo para continuar fazendo.

Vamos supor que tenhamos o projeto de correr cedo pela manhã, antes de qualquer outra atividade. Se quisermos esperar o dia em que acordamos pulando e gritando ansiosos para irmos correr logo, nunca o faremos. Mas se por alguns instantes não ignorarmos o frio, a vontade de ficar debaixo do cobertor, a preguiça, etc. e simplesmente irmos correr, sem titubear, certamente depois do quinto minuto de atividade já estaremos muito mais afim de o fazer. O próprio engajamento gera mais dele mesmo.

A forma mais inteligente de gerar inspiração para agir é através da ação.

Monday, 4 July 2016

Os erros são inevitáveis


Você comete erros? Ótimo! Você está no caminho certo.

Vamos aprender algo de uma vez por todas: os erros serão inevitáveis. Por mais que você evite esse sujeito desagradável e que esconda-se ao avistá-lo a grandes distâncias ele não irá simplesmente desaparecer.
Eis uma excelente  maneira de lidar com os erros: cometa-os, mas não permita que eles minem o seu ânimo e tornem-se o ponto principal em que a sua atenção se concentra.
O erros possuem um papel muito bem definido: fornecer lições sobre como algumas coisas funcionam ou deixam de funcionar. Aprendidas as lições é hora de seguir adiante. É hora de seguir adiante agora, nesse momento!
Thomas Edison, o mais fértil inventor de todos os tempos, disse sobre a sua criação mais importante – a lâmpada elétrica:
“Eu não falhei 3.598.749 vezes, eu errei de propósito!” ~ Thomas Alva Edison
Mais do que inevitáveis, observamos, então, que os erros são obrigatórios. Sem cometer uma quantidade suficiente deles é improvável que você atinja um grande objetivo.
Portanto, pare de sonhar com uma vida repleta de acertos e apenas alguns poucos erros. Essa vida sem erros, definitivamente, não irá criar para você o que realmente deseja viver.
Crie em você mesmo a coragem necessária para se expor aos embaraços e fracassos da vida, pois eles, pouco a pouco, irão conduzi-lo ao seu tão sonhado e perseguido sucesso.
Erre, aprenda as lições e siga adiante, essa é a fórmula!
André Valongueiro

Wednesday, 22 June 2016

Mudrá, a linguagem gestual

Como já tinha explicado num post anterior, a prática do Método DeRose é constituída por 8 feixes de técnicas, que podem ser organizadas de diversas formas. A mais indicada para quem começa a praticar é o ády ashtánga sádhana, que começa pelo primeiro anga mudrá.

Sendo assim o que é mudrá?

Mudrás são gestos reflexológicos feitos com as mãos. Trata-se da parte do Yôga que estuda e aplica os efeitos dos gestos sobre o psiquismo e, por consequência, sobre o corpo físico. Os mudrás atuam por associação neurológica e por condicionamento reflexológico. Existe também um componente cultural, que reforça ou atenua seus efeitos.
Há diversos estudos publicados nas áreas de antropologia e de psicologia demonstrando que em épocas diferentes, hemisférios diferentes, etnias e culturas diferentes, os mesmos gestos sejam observados, com o mesmo significado. Entretanto não há nada de extraordinário nisso. É fácil perceber como todos os povos expressam sua satisfação e cordialidade através do sorriso e sua revolta através do punho cerrado. Provavelmente você também está se lembrando de vários outros exemplos neste momento.
O número total de mudrás é incerto, uma vez que, dependendo da região, da época e da Escola, os mudrás têm nomes diferentes e até mesmo dois ou três nomes para o mesmo mudrá, dependendo apenas da maneira como ele é executado. Pode-se contudo, compilar mais de 100, dos quais serão mencionados primeiramente os principais para o nosso tronco de Yôga:

Shiva mudrá, para meditação (dorso da mão positiva pousa sobre a palma da mão negativa). Neste mudrá devemos sentir nossas mãos como um cálice no qual recebemos a preciosa herança milenar de força e sabedoria. Amplifica nossa receptividade.
 

Prônam mudrá, para mantra e ásana (palmas das mãos unidas à frente do peito).
Nesta senha, a mão de polaridade positiva se espalma na de polaridade negativa, fechando um importante circuito eletromagnético que faz circular a energia dentro do próprio corpo e recarregá-lo, especialmente se executado durante ou após os mantras. Nos ásanas, tende a proporcionar mais senso de equilíbrio e por isso mesmo é mais utilizado nos ásanas de apoio num só pé.

 

Jñána mudrá, para meditação e respiratório (dedos indicador e polegar de cada mão tocam-se). Este gesto conecta os pólos positivo e negativo representados pelos dedos indicador e polegar de cada mão, passando por eles uma corrente de baixa amperagem e apoiados sobre os chakras dos joelhos, que são secundários. Utilize a variação súrya (palmas das mãos voltadas para cima) quando for dia e a variação chandra (palmas das mãos voltadas para baixo) quando for noite).


Trimurti mudrá, para ásana (os dedos indicadores e polegares formando um triângulo). Este mudrá é simbólico e representa a trimurti hindu, Brahmá, Vishnu e Shiva. Por ter poucos efeitos, é mais utilizado como suporte em movimentação de braços durante a execução de ásanas.

 

Thursday, 16 June 2016

Prática em 8 partes

 
 

A principal característica da parte prática do Método DeRose denomina-se Ahstánga Sádhana. Esta prática é constituída por 8 feixes de técnicas, que podem ser organizadas de diversas formas.
 
A mais indicada para quem começa a praticar é o ády ashtánga sádhana (ádi/ády = primeiro, fundamental; ashta = oito; anga = parte; sádhana = prática).
 
Esta prática que tem a seguinte estrutura:
1. mudrá (gesto reflexológico feito com as mãos);
2. pújá (sintonização com o arquétipo; retribuição de energia);
3. mantra (vocalização de sons e ultra-sons);
4. pránáyáma (expansão da bioenergia através de respiratórios);
5. kriyá (atividade de purificação das mucosas);
6. ásana (técnica corporal);
7. yôganidrá (técnica de descontração);
8. samyama (concentração, meditação e hiperconsciência).
 
No site do Método DeRose você pode fazer o download gratuito de um exemplo desta prática, segue:

Espero que goste. Qualquer dúvida escreva-me.


Nas próximas semanas irei explicar cada anga (parte) da prática. 

Um grande beijo


(na foto o Instrutor Paulo Pacifici) 

Bháva: sentimento



Amooo este conceito. Por vários motivos. Primeiro porque aplicado em aula muda totalmente a percepção que temos da mesma, e no melhor sentido da palavra. Depois porque aplicado na vida muda absolutamente, e para melhor, o resultado daquilo que fazemos, do mais simples ao mais complexo. E por último, porque infelizmente sinto que é algo que hoje escasseia no mundo.

Mas o que é bháva? É o sentimento que confere força.

"Bháva significa sentimento, conduta, amor, inclinação da mente e designa o componente emocional que confere força. Sentimento profundo, reverência, atitude interior, devoção, inclinação da mente ou da consciência no momento presente." (Força da Gratidão, Pújá)

Bháva é um princípio importantíssimo que utilizamos para reforçar o resultado das técnicas. É aquilo que confere poder a tudo o que fazemos.

Quando nos aplicamos ao máximo na execução das técnicas, quando colocamos um sentimento de profunda intensidade no que realizamos, aumentamos diretamente a qualidade do que fazemos. O bháva está, portanto, diretamente ligado à qualidade das nossas práticas e das nossas atitudes. Quanto mais bháva, mais qualidade e mais evolução no aprendizado que o Método nos proporciona.

Aplicar bháva nas técnicas significa praticar sem expectativas de resultado, simplesmente pela arte em si, como a força da vida presente na Natureza atuando na mecânica do Universo.

Ao extrapolar esse conceito para fora da sala de aula e aplicá-lo a todos os momentos de nossa vida, passamos a fazer sempre tudo muito bem feito desde a primeira vez. Todos os instantes de nossa existência se tornam muito mais intensos e com muito mais qualidade.

Wednesday, 8 June 2016

O que é prána?

 
Em todas as aulas referimos muitas vezes o termo prána. Mas você sabe o que é? Então aqui vai:

“Prána é o nome genérico que se dá a qualquer forma de energia manifestada biologicamente. Logo, calor e eletricidade são formas de prána, desde que manifestadas por um ser vivo.
Prána, no sentido genérico, é uma síntese de energia de origem solar e que encontra-se em toda parte: no ar, na água, nos alimentos, nos organismos vivos. Assim, nossas fontes de reabastecimento pránico são o Sol, o ar que respiramos, o ar livre tocando nosso corpo, a água que bebemos, os alimentos que ingerimos.
O prána pode ser visto e fotografado. Para vê-lo a olho nu, basta dirigir o olhar para o céu azul num dia de sol. Divise o infinito azul do céu. Pouco a pouco, começará a perceber miríades de pontos luminosos, extremamente dinâmicos, que realizam trajetórias curvas e sinuosas, com grande velocidade e brilho. Não confunda isso com fenômenos óticos, os quais também ocorrem, mas não guardam semelhança alguma com a percepção do prána. Quanto a fotografá-lo, a kirliangrafia já vem sendo estudada há quase meio século e conta com um acervo bastante eloquente.
Após os mantras e as palmas que os acompanham ocorre uma intensa irradiação de prána pelas palmas das mãos e podemos aplicá-las sobre um chakra que queiramos desenvolver, sobre uma articulação que desejemos melhorar ou sobre um órgão que precise de algum reforço de vitalidade ou regeneração.
(Texto extraído do livro Tratado de Yôga, do DeRose)

A parte da aula em que eu mais refiro o prána, é no anga pránáyáma, que são as técnicas respiratórias, que conduzem à intensificação ou expansão do prána no organismo. Daí a importância extrema dos respiratórios.

Se você pratica, o que mais desejo com este post é que da próxima vez que ouvir em aula este termo consiga vivenciar mais ainda cada técnica.

Tuesday, 7 June 2016

Qual a sua forma de viver?



"Todos temos referências de pessoas que marcaram a História. Seja na política, na economia, nos esportes, nas artes ou na academia, sempre encontramos figuras que fizeram a diferença e que nos servem como ídolos. E é por sabermos que podemos também construir um legado que nós somos tão reverentes a essas personalidades. Ainda que só profundamente e mesmo que não nos lembremos disso constantemente, todos gostaríamos de sermos autores de feitos memoráveis.

Sei que é muito romântica e imatura a visão de que basta esfregar uma lâmpada para que absolutamente todos nos tornemos gênios, cada qual em sua área. Seja por determinação genética ou por condições culturais, sempre será mais desafiador para uns e, para outros, menos. Assim como nem todas as sementes que são plantadas brotam, nem todos chegaremos ao ápice. Mas tenho a clara impressão de que poderíamos estar mais avançados nisso. A aplicação de nossa firme intenção e coragem pode catalisar o nosso direcionamento para esse ideal. Muitas vezes, como nós vimos no post de quinta, A causa é você, nós deixamos de assumir a responsabilidade e minamos nossas possibilidades. A riqueza humana está aqui, está aí. O desafio é saber como agir no sentido de fazê-la florescer.

Ninguém, absolutamente ninguém, pensa igual a você. Ninguém fala igual a você. Ninguém escreve como você. Ninguém anda como você. Ninguém gesticula como você. Ninguém desenha como você. Ninguém, absolutamente ninguém, enxerga e interage com o mundo como você. Somos iguais pela nossa unicidade. Isso significa que, se você não tratar de estimular esse seu jeito único de entender a realidade, você estará privando a humanidade desse ponto de vista.

Imagine que você foi premiado com uma bolsa de estudos integral em Harvard para estudar o que você mais gosta. O mínimo que você faria seria levar a sério e dedicar-se para ser um aluno exemplar. Você precisa honrar o privilégio. Esse é um dever seu. Da mesma forma, não podemos estar dispostos a aceitar uma vida medíocre. Nossa existência não pode ser sobre cumprir procedimentos e pagar contas. Precisamos honrar essa oportunidade. Ao nascermos, recebemos do mundo um monte de energia, potencialidades e aptidões. É o nosso dever, portanto, criar o retorno desse investimento na forma de excelência, aproveitando todos esses recursos para pulverizarmos por aí aquilo que temos de melhor.

Enquanto que, para quem simplesmente faz aulas de piano, dominar bem uma partitura é tão somente algo que lhe traz satisfação, para um pianista, a mesma ação representa o cumprimento de um propósito de vida. É uma oportunidade de tocar corações e marcar aqueles que o escutam. O primeiro gosta da ideia de tocar piano. O segundo se faz inteiro com o ato. O que tem o piano como um hobbie, escolheu. O pianista foi escolhido pelo piano. 

Essa é uma diferença básica entre aquelas pessoas que fazem as coisas acontecerem e as que assistem aos acontecimentos; entre as que vivem e as que sobrevivem; entre as que utilizam as circunstâncias para construir e as que sofrem com as mesmas. É o que cria o abismo entre aqueles que deixam um legado e os que terminam a vida se lamentando pelo que não fizeram.

Dedicar-nos a uma jornada em busca dessa inspiradora forma de viver é o melhor que podemos fazer por nós mesmos e pelo mundo."

Thursday, 24 March 2016

Respiração e emoção

"Um corpo saudável e forte necessita de alguns cuidados. Há um tripé fundamental para uma saúde significativa e uma qualidade de vida razoável: boa alimentação, atividade física moderada e felicidade.
Hoje vamos trabalhar com a alimentação. Mas o nosso assunto não é respiração? Pois bem, o corpo humano é alimentado de energia biológica que, no Yôga, chamamos de prána. Essa bioenergia é que movimenta. Um indivíduo com uma quantidade significativa de prána terá uma boa saúde, será ativo, realizador e aproveitará a vida numa dimensão superior.
Nós retiramos a bioenergia, prána, do sol, dos alimentos, da água e do ar. Portanto, boa alimentação, do ponto de vista de Yôga, significa ingerir alimentos bons para o organismo, beber água em quantidade e qualidade excelentes e respirar ar puro e de forma que o organismo possa maximizar a absorção de bioenergia. A qualidade do ar não está ao nosso alcance imediato, pois a vida das grandes metrópoles implica numa certa dose de poluição do ar. Entretanto, a respiração adequada de forma a absorver a maior quantidade de bioenergia está disponível para qualquer um. São as técnicas respiratórias do Yôga que chamamos de pránáyáma. Ao quebramos a palavra, temos prána cujo significado é alento, força vital, energia, vitalidade; e áyáma cujo significado é expansão, intensidade. Ou seja, pránáyáma é a expansão da bioenergia através de técnicas respiratórias.

Por outro lado, a respiração é um processo consciente e inconsciente ao mesmo tempo. Respiramos vinte e quatro horas por dia sem que percebamos, porém podemos influir no ritmo respiratório. Portanto, a respiração é um elo de ligação entre as funções conscientes e inconscientes do ser humano.Cada estado emocional possui um ritmo respiratório característico. Se estivermos dormindo, a respiração é abdominal e lenta. Se estivermos agitados, estressados, a respiração é superficial e torácica. Se estivermos em estado de vigília, a respiração tenderá a ser completa. Nesses estados emocionais, o ritmo respiratório é ajustado inconscientemente. Certas características da personalidade humana manifesta-se também na respiração. Pessoas tímidas ou medrosas tendem a ter uma respiração superficial. Elas não conseguem expor-se ao ambiente e interagir com ele de forma ampla. Ou seja, há um padrão normal de respiração para cada indivíduo dependendo das características pessoais.

Toda a tensão emocional é materializada, no plano físico, com uma contração muscular. Estados duradouros de tensão emocional refletem-se em estados duradouros de contração muscular. Reich denominou esse fenômeno de couraça do caráter. Quanto maior a tensão emocional, maior é a couraça do caráter e mais superficial será a respiração. Entretanto, os efeitos da emoção na respiração podem-se notar, de maneira mais intensa, por ocasião de um facto especial. O encontro, por exemplo, com uma grande paixão. O coração acelera, o rosto esquenta, as mãos e os pés gelam e a respiração fica acelerada. Características semelhantes acontecem com um grande susto ou uma situação muito estressante. Os estados emocionais afetam a respiração e o contrário também é verdadeiro: a respiração afeta as emoções. Essa é uma chave fundamental. Se a timidez leva a uma respiração superficial e eu desejo vencer a timidez, posso utilizar uma respiração profunda. Portanto, uma das maneiras de administrar as emoções é a utilização de técnicas respiratórias.


Se as emoções se processam a nível inconsciente e provocam uma respiração determinada, a respiração consciente em determinado ritmo, leva a estados emocionais compatíveis. Entretanto, a respiração afeta não só as emoções, mas também os estados mentais. O fluxo do pensamento é determinado também pelo fluxo respiratório. Ou seja, respirar corretamente produz diversos efeitos: há aumento significativo da bioenergia; as emoções são facilmente administradas; e a mente fica serena.  O Yôga possui as retenções com ar e sem ar. Se as emoções e a mente são vinculadas ao fluxo respiratório, se pararmos de respirar temporariamente, nas retenções com ar ou sem ar, o fluxo das emoções e do pensamento também param. Quando isso acontece, estados superiores de consciência manifestam-se. São os respiratórios do Yôga (pránáyámas) que trabalham ritmo com retenções com ar e sem ar.
Outro respiratório muito utilizado no Yôga é a respiração do sopro rápido que leva a uma hiper-oxigenação do sangue. Quando bombeamos muito oxigênio no sangue, há oxigênio nos músculos. Com isso, há uma descontração generalizada. Se as tensões emocionais levam a contrações musculares, a hiper-oxigenação leva ao relaxamento generalizado dos músculos e, como consequência, relaxamento das tensões emocionais. As técnicas que aumentam a taxa de oxigênio no sangue também estimulam a kundaliní e os chakras, pois aumentam a energia biológica. Com o estímulo dos chakras o indivíduo adquire saúde excelente e desenvolve os poderes interiores. Com o estímulo da kundaliní, o indivíduo atinge estados superiores de consciência e o conhecimento completo de si mesmo e da natureza.

Os resultados aparecem de imediato? Quando você faz uma prática de respiratórios e faz respirações profundas, você altera os estados emocionais e mentais. É só parar de fazer o respiratório (pránáyáma) e a respiração volta a ser a mesma. A razão é simples: se você respirou de forma incorreta por vinte e dois anos, não é em uma prática que esse ritmo é restabelecido. Mas o caminho é esse. Você respira bem durante a prática. Com a repetição da prática, aos poucos, a sua respiração correta cada vez mais passa a fazer parte da sua vida. É bom frisar que não há magia. O resultado depende da prática constante, contínua e frequente."
 
(Texto do Diretor Clélio Berti, Diretor do Método DeRose Flamboyant) 

Respiração abdominal / diafragmática

A respiração abdominal permite a troca do ar residual, que fica na parte inferior dos pulmões, por um ar novo e cheio de oxigênio.
Quem respira mais com o peito, está fazendo uma respiração superficial, não profunda e acaba absorvendo bem menos oxigênio.
A respiração abdominal é o que chamamos de respiração primordial. Se você observar um bebê recém-nascido poderá observar sua barriga subindo e descendo a cada inspiração e expiração.


Respiração alta ou torácica: 10 % da capacidade respiratória;
Respiração média ou intercostal: 30% da capacidade respiratória;
Respiração baixa ou abdominal: 60% da capacidade respiratória.

A respiração baixa também massageia os órgãos internos, dinamiza a circulação sanguínea e do prána (bioenergia) nessa área, revitalizando e mantendo o bom funcionamento de todos os sistemas dessa região.
Além disso, nos traz uma sensação de conforto, aconchego e bem-estar típico dessa época em que éramos bebês. Portanto, uma boa opção para quem não consegue dormir bem é fazer algumas respirações abdominais assim que se deitar para uma boa noite de sono.

A reeducação respiratória consiste em consquistar consciência isolada em cada uma das 3 partes - baixa, média e alta - para que depois, na respiração completa seja possível usar de fato os 100% de sua capacidade respiratória. Com o treinamento da completa, você ainda pode aumentar, e muito, esse potencial. O yôgi que tem esse conhecimento e treinamento chega a respirar três vezes mais, e isso significa o triplo de qualidade de vida em todos os sentidos: físicos, emocionais, mentais e intuicionais.

Quer aprender a respirar melhor?

Agende sua aula experimental:  992 950 724.

Monday, 14 March 2016

Naulí Kriyá: abdomên definido e órgãos saudáveis.

Você já ouviu falar em massageamento abdominal? Sucção ou vácuo do abdômen ou ainda, naulí? Para que seria isso? Qual a sua finalidade e utilização?




Quando completa e perfeitamente executada, seu nome técnico é naulí: é quando fazemos uma circunvolução da musculatura reto abdominal. Seu treino, para a execução completa, se procede da seguinte forma: exale todo o ar dos pulmões e permaneça sem ar o quanto puder; nesse momento succione seus músculos abdominais para dentro e para cima, com força, fazendo com que a pele abdominal seja desenhada nas costelas; sentirá até uma sucção na garganta; permaneça o maior tempo possível, dentro do conforto; não podendo mais reter sem ar, inspire e repita esta sucção, a cada permanência com os pulmões vazios.

Depois de alguns fôlegos avance um pouco mais. Ao permanecer com os pulmões vazios, succione e relaxe alternadamente os músculos abdominais, dando dinamismo a técnica.

O massageamento abdominal tem varias funções e utilizações. Alguns dos seus efeitos são físicos, e outros vão bem além disso.

- Primeiramente, e o mais cobiçado, é a estética e definição do abdômen. Esta técnica quando feita dinâmica, forte e regularmente, produz queima de adiposidades, definindo o abdômen.
- Dinamiza a circulação sanguínea na região, nutrindo órgãos, tecidos e células.
- Ativa a circulação do prána (bioenergia) estimulando os chakras e desobstruindo/purificando as nadís (meridianos).
- Fortalece a musculatura superficial e profunda. 
- Revitaliza e mantém o bom funcionamento dos sistemas respiratório, digestivo, excretor, reprodutor, circulatório, endócrino e nervoso.

Estas são alguns dos efeitos positivos produzidos pelos massageamentos abdominais. Seja qual for o que te estimula mais, treine esta técnica cotidianamente, fazendo-a com disciplina e afinco. Alguns destes resultados aparecerão rapidamente, ou mesmo, todos eles.

Bom treino! 

 

A sabedoria do corpo

É no corpo que guardamos nossas emoções e pensamentos. 
Você já parou para escutar o que ele tem a lhe dizer? 
Temos muito o que aprender com nossos músculos, articulações, órgãos e células. 
Precisamos nos aprofundar no conhecimento de nós mesmos, 
mergulhar em nosso interior, escutar nossa intuição 
para nos curarmos de tudo e sermos felizes.
 
 

Monday, 7 March 2016

Isometria – eficiência e resultados corporais

Corpo enxuto e definido, e ainda, com uma boa flexibilidade nas articulações e um bom alongamento muscular?

Esses são os resultados das nossas técnicas biológicas, que são executadas utilizando um conceito muito antigo:
ISOMETRIA – executar a posição uma única vez e permanecer o máximo de tempo, claro que respeitando seus limites, porém exigindo progresso gradual no tempo.

 Nenhuma técnica nossa tem menos do que dez variações, isto torna a aula muito dinâmica e intensa.

                                                                                                         (foto: Rafael Sanchos)

E qual a vantagem da isometria? Dentre inúmeras, não produzir estresse na musculatura nem desgaste das articulações, o que ocorre com as repetições.
Bom treino!

Corpo x Mente x Coração

 O corpo é manifestação de pensamentos e sentimentos. Quando me deixo esmorecer sinto instantaneamente o reflexo no corpo e quando estou alegre sinto a vitalidade circulando livre e intensamente por todo o meu organismo. 
Daí a importância de estar sempre em observação de si mesmo para poder escolher onde se quer ficar; para poder escolher uma atitude interior pró-ativa, que te ajude em direção ao desenvolvimento, à integração do pensar, sentir e agir, ou seja, à harmonia do corpo, da mente e do coração.

A escolha é de cada um! 

Faça o melhor por você!

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Wednesday, 17 February 2016

Um diferencial mental para o corpo

Existe algum artifício mental para obter melhores resultados em músculos e articulações?

Sim, existe. Você sabia que, levar a consciência (sua atenção) para a articulação ou músculo que está sendo solicitado, e não apenas trabalhá-lo mecanicamente, aumenta e acelera os resultados?

                                                                                            Foto: Marcus Amorim

Existe algum artifício mental para obter melhores resultados em músculos e articulações?
Sim, existe. Você sabia que, levar a consciência (sua atenção) para a articulação ou músculo que está sendo solicitado, e não apenas trabalhá-lo mecanicamente, aumenta e acelera os resultados?

                                                                                                              Foto: Marcus Amorim

Experimente e tenha mais performance.

Tuesday, 16 February 2016

Força do Coraçao + Poder da Mente

Força de vontade e autoconfiança são indispensáveis no processo de despertar e expandir a consciência. Por isso, nossos treinamentos de ásanas, técnicas corporais do Yôga, são acompanhados pelo fortalecimento da vontade e do pensamento. Você aprende a se superar, no caminho do meio, preservando o bem-estar e percebe que tem muito mais força do que imaginava. É sua força interior sendo trazida à tona para transbordar em si mesmo; é a força do coração aliada à força da mente que reflete num corpo forte, alinhado e harmonioso. Tudo isso integrado à uma respiração ampla e consciente, com a concentração muito mais poderosa e uma serenidade profunda

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Técnicas corporais


Nossas técnicas corporais desenvolvem tônus muscular, resistência física, uma flexibilidade espetacular e, principalmente, muita consciência corporal. A prática é forte e dinâmica, mas respeita o ritmo biológico de cada aluno. 
A alta performance obtida através das nossas técnicas corporais incrementa qualidade de vida, pois um corpo mais forte e saudável ajuda o desenvolvimento do ser humano em todas as áreas. 

#Depoimento#

#‎Repost‬ @derosemethod with @repostapp.
・・・
Sobre o treinamento do Método DeROSE, por @mpetchobjj, nosso aluno no @espacodanielborges.
・・・
"Percebo que ao praticar o Método DeROSE minha concentração está muito maior. Antes eu estava mais focado na mídia, agora estou mais focado e pronto para finalizar as minhas lutas. Agora consigo manter muito mais energia em mim antes de iniciar as lutas num campeonato e uma coisa que me impressionou foi o poder das mentalizações. Utilizei a cor alaranjada, o que me fez sentir mais forte..." Marcos Petcho, faixa roxa de Jiu-Jitsu.
‪#‎DeRoseMethod‬ ‪#‎highperformance‬ ‪#‎treinamentoDeRose‬ ‪#‎poweredbyderose‬ ‪#‎jiujitsu‬ ‪#‎Depoimento‬ ‪#‎Alunos‬ #yogabragançapaulista 
 


Wednesday, 10 February 2016

Excelência

                                                                                                     
  Somos o que repetidamente fazemos, a excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito.
                                                                                                                                Aristóteles

#criesuamelhorversão #yogabragançapaulista #disciplinaeconstância #qualidadedevida

Tuesday, 9 February 2016

Força e leveza, flexibilidade e poder, energia!



"De acordo com Patáñjali, o codificador do Yôga Clássico, ásana é toda posição firme e confortável. Em se tratando de um Yôga de linha shakta, além da posição estável e agradável, é preciso também que seja estética para transmitir a beleza e a força da técnica. Lembre-se, o que se expressa do lado de fora é apenas o reflexo do que vem de dentro." 

Trecho do livro SwáSthya Yôga em dupla, Gustavo Marson.

Método DeRose... Mundo afora!



Você quer ser flexível? Mas, o que é flexibilidade?

A flexibilidade pode ser vista de vários pontos de vista, como tudo na vida. 
Então vamos fazer uma análise do que é ser flexível em todos os aspectos do Ser, 
pois é assim, de forma integral, que se desenvolve o Yôga.



Físico: articulações flexíveis, com boa mobilidade, músculos alongados e ágeis, músculos mais resistentes e menos sujeitos à lesões, leveza corporal, consciência corporal, mais habilidade física.
Energético: O prána (energia vital) flui melhor, mais livremente pelo seu corpo, pois ele não está rígido, bloqueando o movimento e acumulando prána ou impossibilitando o seu caminho, ou seja, você tem mais vitalidade e ela é bem melhor distribuída para cada uma de suas células.
Emocional: emoções mais flexíveis, ou seja, mais paciência, mais aceitação, mais tolerância, mais estabilidade, serenidade, maleabilidade, capacidade de adaptação. Menos conflitos em seus relacionamentos, menos irritação, menos stress, menos ansiedade, menos medo, menos raiva e por aí vai.
Mental: mente aberta, fluência verbal, eloqüência, mais criatividade, mais pensamentos positivo, uma visão mais ampla, mais flexível, com mais compreensão das situações e de si mesmo, resiliência, concentração mais expandida.
Intuicional: Com todo esse desenvolvimento do Ser, de forma integral em todos os seus corpos, do mais denso ao mais sutil, naturalmente sua intuição também entra nessa expansão, com os 5 sentidos mais refinados e as percepções mais aprimoradas, você começa a desenvolver intensa e rapidamente sua intuição.
Venha praticar conosco!
Nubia Gennari
nubia.gennari@uni-yoga.com.br
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